Postado em 26 de Julho 2011 -
Eles podem afetar o preço tradicional do hardware e as políticas de negociação, alerta da Forrester.
O desejo pelos tablets a partir dos executivos C-level [CIO, por exemplo] cresce à medida que surgem “novos usos” para os dispositivos, incluindo “a realização de atividades de negócio móvel e de ligação com os clientes”, observa a Forrester. E as empresas que planejam adquirir iPads da Apple e outros tablets devem tomar uma série de passos específicos para comprar sabiamente, de acordo com a empresa de consultoria.
Regra número um: Todos os revendedores oficiais da Apple têm um ponto extra de margem em todas as compras com um mínimo de mil dispositivos, diz a Forrester. “Os profissionais de compras podem negociar com os revendedores para ganharem essa margem como um desconto”.
A Forrester considera que as grandes empresas dispostas a investir acima dos 250 mil dólares por ano em produtos da Apple também podem conseguir melhores preços e descontos dos revendedores. As empresas seriam mais prudentes se considerassem a compra da geração anterior de iPads, por um menor custo.
Relativamente à selecção e negociação dos tablets não-Apple, a Forrester afirma que “a combinação de um mercado fragmentado cheio de opções e a falta de normalização empresarial apresenta uma oportunidade nas aquisições”.
Para as empresas que optarem por este mercado fragmentado, a Forrester recomenda que se integre a aquisição dos tablets com a renovação do hardware da empresa.
A escolha acertada
Tem mais. Qualquer que seja a escolha, as empresas precisam primeiro responder a algumas questões-chave, segundo os analistas da Forrester.
Em primeiro lugar, devem decidir se os tablets devem ser uma compra empresarial ou individual.
Além disso,precisam considerar o impacto que os tablets terão nas suas compras de PCs e laptops nos próximos três anos.
“Entender isto pode prepará-lo para estruturar contratos de compra contendo compromissos de investimento. Por exemplo, se prevê a compra de 75% do mesmo volume de PC nos próximos três anos como faz agora, será preciso rever os seus contratos atuais de hardware para determinar se pode renegociar qualquer compromisso existente em volume”.
Por fim, as empresas podem precisar reconsiderar o seu fornecedor para avaliar quais são os mais importantes para um bom relacionamento, baseado na quebra relativa na proeminência dos PCs.
