De acordo com a Reuters, a empresa de segurança McAfee, que descobriu as intrusões, declarou que acreditava que havia um Estado por trás dos ataques, porém recusou avançar nomes.
No entanto, um especialista em segurança informado sobre o caso de espionagem informática declarou que as evidências apontavam para a China.
A longa lista de vítimas do ataque que deverá ter-se prolongado nos últimos cinco anos inclui os governos dos Estados Unidos, Taiwan, Índia, Coreia do Sul, Vietname e Canadá. Inclui também a ASEAN, Associação das Nações do Sudeste Asiático, o Comité Olímpico Internacional (COI), a Agência Mundial Anti-Doping, e um conjunto de empresas, desde empresas de construção a empresas e alta tecnologia.
No caso das Nações Unidas, os hackers invadiram o sistema do computador do seu secretariado em Genebra em 2008, e violaram o sistema, incluindo informações secretas, durante dois anos, de acordo com a McAfee, citada pela Reuters.
“Fomos surpreendidos pela enorme diversidade das organizações que foram vítimas e pela audácia dos criminosos”, disse hoje o vice-presidente da McAfee, Dmitri Alperovitch.
“O que está a acontecer a todos estes dados continua a ser uma grande questão”, acrescentou o vice-presidente da McAfee.
